Pular para o conteúdo principal

Quais são os direitos das gestantes?

Fui muito bem tratada na minha gravidez. Não posso reclamar. Cheguei até a ser mimada! E nessa fase a gente gosta disso, né (risos)? Apenas uma situação me marcou negativamente no período da gestação. O fato aconteceu no Shopping da Bahia, em Salvador. Gulosinha que sou, sonhando com uma torta de trufa de chocolate com morangos (indico sempre para meus amigos e leitores!), fui a uma doceria famosa e me dirigi à atendente do caixa para perguntar sobre o atendimento preferencial. Ignorante dos direitos das gestantes, ela me mandou com rispidez pegar a fila, que, segundo ela, valia para todos. Costumo reivindicar meus direitos, mas não quis criar uma indisposição naquele momento e acabei indo para a outra unidade da doceria, que fica no terceiro piso do shopping. Na outra loja, fui tratada com prontidão e respeito, e a história teve um final feliz.

E por que mesmo a gestante precisa ser atendida com prioridade, numa fila exclusiva? São vários os motivos: dores nas costas, falta de equilíbrio, risco de traumas, pressão baixa e hipoglicemia, circulação do corpo alterada e fator emocional. Por mais saudável que esteja (eu, por exemplo, não tive qualquer problema de saúde), a grávida é mais vulnerável e sua condição exige cuidados especiais.   



Essa mãe com 32 semanas de gravidez. Foto: Renata Grimaldi

Contei essa história porque amanhã, 15 de agosto, é o Dia da Gestante, e estou aproveitando o ensejo para conscientizar as gravidinhas sobre os seus direitos. O assunto é tão sério que em 2011 o Ministério da Saúde e a UNICEF lançaram, em parceria, O Guia dos Direitos da Gestante e do Bebê, uma cartilha com ilustrações do cartunista Ziraldo e informações importantes para capacitar mães, gestantes e famílias na exigência dos seus direitos. Para ter acesso ao guia, basta clicar AQUI.  

Se o tema do texto não fosse "os direitos", poderia ser, pelo menos, "mais amor, por favor", não é verdade?  

Feliz Dia das Gestantes para todas as gravidinhas!


Instagram: @ingriddragone


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Dezesseis dicas para ajudar o bebê a dormir melhor

Uma das coisas que deixam qualquer mãe muito cansada (e até estressada) é o sono intranquilo ou irregular do bebê. Na verdade, é impossível criar uma receita infalível e adaptável a todos os casos, pensando em fazer a criança dormir melhor. Os bebezinhos, como nós, são pessoas (!), com suas dificuldades, manias, vontades e particularidades. Para tentar ajudar quem está passando por essa fase de noites mal dormidas, vou listar alguns truques simples, todos testados com minha filha e com bons resultados. Anote aí! Foto: Ingrid Dragone 1. No início, o bebê tende a trocar o dia pela noite. Assim, desde que ele nasce, é bom ensinar o que é dia e o que é noite. Durante o dia ele deve cochilar com a luz natural e acostumado com todos os sons da rotina da casa. Já à noite, defina um horário, escureça o quarto (pode ser parcialmente, se preferir) e diminua o volume. Fiz isso com minha filha, definindo o game over às 20h. Coincidentemente ou não, é o horário que ela dorme diariamente a

Campanha Lave as Mãos para Pegar no Bebê!

Atenção, mamãe! Não ligue se a sua visita (gente da família ou não) torcer o nariz por "precisar" lavar as mãos para pegar no seu bebê. Percebi que, especialmente, as pessoas mais velhas apresentam maior resistência a esse tipo de pedido, acham frescura. Passar álcool em gel depois da lavagem das mãos? Colocar uma fraldinha em cima da roupa para carregar o bebê? Piorou ainda... E qual o seu papel nessa hora? Ser firme e zelar pela saúde do seu filho!  Você sabia que existe o Dia Mundial da Higienização das Mãos? Pois é! Todo 05 de maio as campanhas se intensificam, lembrando que o simples ato de lavar as mãos previne doenças como infecção nos olhos,  infecção estomacal e respiratória, gripes, resfriados, diarreia, doenças de pele, dor de garganta, infecção no ouvido e erupções na pele. Segundo a UNICEF ( Fundo das Nações Unidas para a Infância) - instituição da ONU (Organização das Nações Unidas) -  e a OMS (Organização Mundial da Saúde), é possível reduzir em até 40%

Fotos do seu filho que você não deve postar nas redes sociais

Está rolando nesta semana uma brincadeira nas redes sociais chamada "Desafio da Maternidade". Trata-se de uma corrente em que as mães marcam outras dez grandes mães, assim por elas consideradas, em suas linhas do tempo do Facebook para que cada uma poste três fotos de momentos que foram marcantes para elas no quesito "ser mãe". O assunto gerou um pouco de polêmica e até há uma suspeita de que a tal corrente tenha sido criada por um grupo de pedófilos para a "coleção" de novas fotos de crianças e divulgação dessas imagens em sites "indevidos". Boato ou não, a questão é que cada mãe toma sua própria decisão sobre postar ou não as fotos dos seus filhos nas redes sociais. Bem, a ideia deste texto é apenas orientar as mamães sobre que tipos de fotos dos pequenos nunca postar.  Foto: Ingrid Dragone  1.  Não poste fotos do seu filho nu  - Não interessa se na imagem ele está tomando banho, trocando a fraldinha, ou experimentando uma roupa no