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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

Mãe come resto

Minha mãe sempre ensinou lá em casa (tenho duas irmãs) que só se deve colocar no prato a quantidade suficiente para satisfazer a fome. Mandava repetir, se houvesse realmente vontade, claro. Ela dizia que com tanta gente passando fome no mundo não era justo jogar comida no lixo por uma simples questão de ter "o olho maior que a barriga". Cresci assim, tanto que até hoje fica no meu prato somente o que não estiver bom. Com essa orientação plantada em mim, depois de ser mãe, acho que o hábito se intensificou! Se, como diz  a lenda materna, toda mãe come resto, imagine quem teve uma criação igual a dessa mãe aqui? Foto: Ingrid Dragone  A gente arruma o prato do filho, do almoço ou lanche, todo bonitinho. Prepara a refeição com tanto amor, achando gostoso de verdade, e se sente meio frustrada quando a criança deixa a comida. E ela costuma fazer isso, para nossa tristeza (e às vezes para nosso desespero), especialmente na fase de adaptação aos novos sabores e texturas.

Uma história de adoção - Por que fazer essa importante escolha?

O amor é o mesmo? É como ter um filho biológico? Haverá problemas futuros? Muitos casais fazem questionamentos como esses diante da possibilidade de adotar uma criança. Às vezes, para tomar essa decisão, é preciso conhecer a história de outras pessoas, como a da administradora de empresas e servidora pública federal Cristiane Nogueira. Ela sempre quis ser mãe e depois de muitas tentativas e diversos tratamentos sem sucesso, pensou, juntamente com o marido, em adotar uma criança. Cris  conta que a busca de informações sobre o assunto e o apoio dos familiares foram dois pilares importantes para a sua decisão e diz pra gente como a sua vida se encheu de alegria com a chegada de Amandinha ao seu lar!  Foto: Daniel Queiroz Blog Essa Mãe -  Por que você decidiu pela adoção? Que idade tinha na época? Cristiane - Quando tinha  28 anos, comecei a tentar engravidar, fiz vários tratamentos até uns 35 anos (hoje ela tem mais de 45), sem sucesso, porém o desejo meu e de meu marido de

Fotos do seu filho que você não deve postar nas redes sociais

Está rolando nesta semana uma brincadeira nas redes sociais chamada "Desafio da Maternidade". Trata-se de uma corrente em que as mães marcam outras dez grandes mães, assim por elas consideradas, em suas linhas do tempo do Facebook para que cada uma poste três fotos de momentos que foram marcantes para elas no quesito "ser mãe". O assunto gerou um pouco de polêmica e até há uma suspeita de que a tal corrente tenha sido criada por um grupo de pedófilos para a "coleção" de novas fotos de crianças e divulgação dessas imagens em sites "indevidos". Boato ou não, a questão é que cada mãe toma sua própria decisão sobre postar ou não as fotos dos seus filhos nas redes sociais. Bem, a ideia deste texto é apenas orientar as mamães sobre que tipos de fotos dos pequenos nunca postar.  Foto: Ingrid Dragone  1.  Não poste fotos do seu filho nu  - Não interessa se na imagem ele está tomando banho, trocando a fraldinha, ou experimentando uma roupa no

A história de uma mãe de dois casais de gêmeos

Um casal de gêmeos. E um ano e meio depois... Outro casal de gêmeos! E sabe o que mais aconteceu? Quando os filhos Felipe e Natália tinham apenas dois anos e Sinval e Camila tinham três, ela ficou viúva. Parece história de filme, livro, novela? Foi assim que Vitalina Silva se tornou mãe, uma super mãe! Nascida em Cachoeira e hoje com 50 anos (ninguém diz!), Vita, como é chamada pelos amigos, formou-se em Letras Vernáculas, com pós-graduação na área de Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica, e conta pra gente como conseguiu criar os quatro filhos, trabalhar e estudar, tudo sem culpa ou desespero.  Vitalina e seus dois casais de gêmeos! Blog Essa Mãe -  Como você reagiu com a notícia de primeiro casal de gêmeos? E na segunda gravidez? A segunda foi planejada? Vitalina - Quando soube da primeira gravidez estava casada há quatro anos. Com a notícia de que eram gêmeos, foi uma grande festa, tudo foi planejado, organizado, um enxoval todo bordado, e fiz suspense em relação a

Uma história de mudança para a Alemanha

O papai foi aprovado para uma bolsa de doutorado na Alemanha. A mamãe, com o filhote de dez meses, seguiu o marido e mudou completamente de vida. Essa é a história recente de Laryssa Falcão, casada com Rodrigo há sete anos e mãe de Davi, agora com 1 ano e meio de idade. A psicóloga mineira de 33 anos, que veio morar na Bahia com os pais e irmãos na adolescência e traçou uma trajetória profissional interessante, recebeu a notícia da mudança para fora do país no final da licença maternidade. Ela conta pra gente como está sendo a experiência de viver com a família na Europa, onde não possui vínculos familiares, e ainda sem o domínio do idioma alemão.    Laryssa está morando com a família há sete meses numa pequena cidade chamada  Kaiserslautern . Blog Essa Mãe -  Como foi mudar repentinamente com um filho tão pequeno?   Laryssa - Bota repentinamente nisso! Eu não tive muito tempo para preparar as coisas da maneira ideal, porque precisávamos nos concentrar na parte da docum

Coach de mães fala sobre como retomar projetos após a maternidade

Com a maternidade, muitas mulheres acabam adiando um pouco os seus projetos pessoais e sonhos. A missão de ser mãe exige tempo e dedicação e, no meio disso tudo, o sentimento de culpa costuma tomar conta de quem pensa em retomar uma atividade ou desengavetar ideias e planos. Para falar sobre esse assunto, o Blog Essa Mãe  traz hoje a entrevista que eu fiz com  Bianca Amorim, mãe de  Davi (três anos) e Lucas (um ano e sete meses), C oach de mães e psicóloga perinatal. Ela é idealizadora, em Salvador, do projeto " Renascendo após a maternidade”, através do qual ajuda mulheres que desejam se redescobrir depois do nascimento dos filhos. Foto: Ingrid Dragone  Blog Essa Mãe -  Qual a maior dificuldade da mulher ao resolver retomar os seus projetos após a maternidade? Bianca - Ela se questiona sobre c omo ter tempo para desenvolver esses projetos, sem delegar ou terceirizar os filhos. Vivemos em uma época em que as mulheres já entenderam a importância daqueles primeiros anos

Dicas para evitar a infecção urinária durante a gravidez

Muitas grávidas têm infecção urinária durante a gravidez. Nessa fase, o sistema imunológico fica mais fragilizado e o aumento da progesterona relaxa as fibras musculares, o que altera o fluxo urinário, e, consequentemente, facilita a ação de bactérias que causam a doença. O problema é que, além de trazer uma série de desconfortos, como dor ou queimação ao fazer xixi, tremores, dores na lombar, febre, náuseas, e uma vontade incontrolável de ir ao banheito, a infecção urinária pode irritar o útero, provocando contrações e até um parto prematuro.  Imagem da Internet Para me proteger da doença, me esforço para beber bastante água (confesso que é uma luta para mim) e, na minha primeira gestação, com a autorização da obstetra, fiz uso do Cranberry CR, um produto da Herbarium (a caixa vem com 30 sachês para dissolver em água) - o cranberry é uma fruta nativa dos Estados Unidos e parecida com a cereja.  Além disso, como medida preventiva, faço periodicamente exames de urina, conform

Minha gravidez pelos olhos do meu amor

Na minha primeira gravidez, em 2014, assim que a barriguinha começou a dar o ar da graça, meu marido (te amo, Daniel Queiroz!) se empolgou e começou a fazer alguns cliques. Com uma boa câmera e cenários bonitos, fizemos imagens interessantes. Para quem também gosta de ensaios e quer ter a mesma experiência, as dicas são, além de ter uma habilidade fotográfica mínima: pesquisar muitas fotos na Internet para estudar ângulos, criar looks harmoniosos, escolher o melhor o horário (início da manhã ou fim de tarde), e casar tudo isso com a disposição da barrigudinha em questão. Veja uma pequena mostra das fotos que Essa Mãe guarda de recordação dessa fase maravilhosa!   Praia do Forte. Seis meses de gestação. A gente acaba posando bastante com a mão na barriga...  Amei o fundo claro. A blusa preta escondeu um pouco a barriga que já era pequena, né? rs Ilha de Itaparica (Barra do Gil). Sete meses de gestação. Amei esse ângulo. Deu destaque à barri

Cinco motivos para deixar o trabalho convencional e cuidar dos filhos

Como toda mulher moderna da minha geração, fui criada para ser independente e construir uma sólida carreia profissional. Tive a oportunidade, graças a Deus e aos meus pais, de fazer todos os cursos que tive vontade, incluindo aí, além dos estudos tradicionais, aulas de dança, pintura, inglês e por aí vai... Sou graduada em jornalismo, em letras, e pós-graduada em comunicação mercadológica. Amo estudar e dar aula, amo escrever, e me identifico com as minhas áreas de formação, enfim, amo trabalhar, produzir, inventar, experimentar, amo o trabalho intelectual.  Foto: Ingrid Dragone  Trabalho desde a época do estágio em jornalismo, sem intervalo, e tenho uma boa bagagem. Em dez anos de profissão, atuei em revistas locais (fui editora-chefe de uma delas), fui professora de redação, trabalhei em televisão (Tv Record), em jornais institucionais, em assessorias de comunicação, escrevi um relatório anual para uma importante empresa baiana, coordenei pequenos eventos institucionais,