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Nova brincadeira

Minha filha acabou de completar dois anos (como passou rápido!), e posso dizer que sempre busquei estimulá-la com novidades. Peça teatral para bebês, desenhos educativos, praia, piscina, parquinho, piscina de bolinhas, espaço lúdico, passeio no shopping com bichinho motorizado, atividades diversas (massinha de modelar, quebra-cabeças, Lego, pintura com giz de cera, lousa de giz, piscina inflável na varanda, brincadeiras com o alfabeto (ela ama as letras e os números!!!), entre muitas outros programas e atividades. Gosto de experimentar e quero que ela viva isso também, a vontade de explorar e descobrir coisas legais, que realmente acrescentem. 

Nesse contexto, encontrei, por exemplo, a Paraisoteca. Desde que a minha princesa nasceu, procuro estar presente, educá-la e brincar com ela. Conforme o tempo foi passando, senti que tinha que fazê-la interagir mais com outras pessoas, outras crianças, além de tentar disponibilizar para ela o que não era possível no meu condomínio - mesmo que ele tenha uma estrutura muito boa para crianças de qualquer idade, inclusive. Sabia que ela precisava perder alguns medos e encarar situações diversas das geradas no meu convívio diário com ela. Quando comecei a levar a pequena à Paraisoteca, vi que um novo horizonte estava se abrindo para ela e, pude, também, detectar nuances do comportamento dela que ainda não conhecia muito bem. 



Fotos: Daniel Vaz

Foi legal ver a minha filha brincando com outros adultos que não os da família, ver que perdeu o medo da escorregadeira e "nojo" da grama, porque foi incentivada pela "tia" da casa de brincar - às vezes santo de casa não faz milagre (rs). Foi interessante perceber a interação dela com crianças que ela não conhecia e o interesse dela por brinquedos que não temos em casa, como um pula-pula ou um carrinho feito de pneu. A questão é que eu queria dar uma mudada na rotina dela, mas acho cedo para matricular a pirralhinha na escola. Não pretendo agora "engessar" os afazeres dela. Gostei da ideia, da experiência na casa de brincar. 


Quintal da Paraisoteca


Aqui, o amado pula-pula da minha princesa

Outra descoberta válida que fiz recentemente foi a Balainho. Sou a favor do consumo consciente e achei o serviço de aluguel de brinquedos bem bacana. A gente sabe que criança enjoa rápido dos brinquedos. Além disso, a cada fase do crescimento é preciso investir em outros. Sai muito caro!!! O aluguel é uma maneira de ter sempre novidades em casa para as crianças e com baixo custo. A gente acompanha com o nosso filho as suas preferências por determinado tipo de brinquedo ou atividade.


A Balainho é a primeira loja da Bahia especializada em aluguel de brinquedos


A mãe faz um cadastro no site da empresa, solicita o brinquedo desejado, ficando a par da disponibilidade, e recebe em casa. É tudo novinho e higienizado. Juliana, a responsável pela Balainho, monta os produtos e explica todas as funcionalidades. Meus filhos têm cinco meses e 2 anos e encontrei brinquedos para os dois.

O que acharam das dicas? Maternar também tem a ver com descobrir serviços e produtos legais e diferenciados para os pequenos, né? 


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Instagram: @blog.essamae 


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