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Conteúdos infantis: nem tudo que é "lícito" convém aos nossos filhos

Confesso: já imaginei esses brinquedos do filme Toy Story ganhando vida e explorando a casa enquanto dormimos! Sério!!! Hahaha Maluquice à parte, quero falar de um assunto importante aqui.



O nosso imaginário pode realmente influenciar nosso comportamento. Precisamos prestar atenção nos conteúdos que consumimos. Eu, por exemplo, adoro a série de desenhos que inspirou a foto deste post, mas acho algumas cenas inapropriadas para crianças menores, cenas com bonecos meio macabros. Nessas partes, eu ajo "adiantando a fita" e percebo que meus filhos preferem assim. Por que estou falando disso? 

Notei, há cerca de um mês, que os fraldinhas estavam com o sono mais agitado, tendo muitos pesadelos e se "batendo" na cama mais que o normal. Parei para analisar a situação e pensei imediatamente na questão do inconsciente deles. Foi então que resolvi deixá-los em abstinência de desenhos de super-heróis por um tempo. What???

Sabe aquela história de que nem sempre as coisas lícitas nos convêm? Pois... eu faço antes uma avaliação de tudo o que os meus filhotes têm acesso, e sei que crianças adoram esses desenhos, mas há neles muitos conflitos, correria, disputas de poder. Consumido com frequência, esse tipo de conteúdo pode interferir no estado natural da criança, que muitas vezes ainda não está preparada para tantos estímulos. Bem, sabe o que houve? Com a "greve" dos desenhos, o sono voltou ao normal!!!

É muito importante os pais estarem atentos ao comportamento dos filhos, porque eles sempre comunicam alguma dificuldade ou algum problema.

Os meus pequenotes não estão, claro, proibidos de assistir aos desenhos de super-heróis, mas a partir do momento que identifiquei o problema, eles passaram a assistir menos e tá ok agora.

Você filtra os conteúdos consumidos por seu filho? Desenhos, filmes, jogos eletrônicos, músicas e livros? Classificação etária não quer dizer muita coisa em termos de adequação, viu? 


Leia também:

Por que ler para uma criança?

“Os terríveis dois anos”

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