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Para sermos mães melhores, precisamos ser pessoas melhores

Para sermos mães melhores, precisamos ser pessoas melhores. Hoje tenho consciência disso como nunca tive. Olho para mim, com honestidade, e percebo o quanto (de verdade) preciso me lapidar. São aspectos ligados à construção do meu padrão de comportamento, à minha história de vida, e o que aceito experimentar como rotina diária. Você já pensou nisso? Já mergulhou fundo em você? Já se questionou? Não adianta desejar ser uma ótima mãe, dispor de vários recursos e técnicas, e não se trabalhar. Todos temos debilidades, fragilidades e emoções que merecem atenção.



Quanto mais estudo sobre parentalidade, mais encontro questões difíceis em mim. Se permanecemos em um estado de ignorância, digo, sem dirigir um olhar cuidadoso para quem somos ou sem entender como agimos, levamos a vida na superficialidade do “meter a mão na massa”. Assim, muita coisa passa despercebida e acabamos por repetir com os nossos filhos atitudes que nos machucaram em nossa infância, e isso ocorre inconscientemente.

Além disso, quando não estamos bem, enquanto indivíduo (sentimentos, sonhos, atividades, autoestima, saúde física e emocional), é complicado equalizar o amor que sentimos pelos nossos filhos e a prática de uma educação positiva. Amamos infinitamente, mas não somos capazes de encarar, com a maturidade necessária, todos os desafios que a maternidade nos apresenta, dia após dia.

Eu te convido a pensar sobre quem é você, a pessoa que você se tornou. Quais as suas virtudes? Quais comportamentos você precisa mudar? O que você precisa fazer para que essa mudança ocorra? O que te machuca ou desperta sentimentos negativos em você? Há descontrole? Sentimento de culpa? Como as suas “perturbações” influenciam a sua maneira de criar o (s) seu (s) filho (s)?

Vamos nos reconstruir! É um exercício diário e, portanto, ainda dá tempo! Eu não quero mais viver escondendo meus “monstrinhos” embaixo do tapete. E você?


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